Cache "Convento da Arrábida": arquivar ou não?

Esta cache está escondida numa das ermidas fora da zona murada do convento e o acesso é feito passando por 3 capelas também no exterior.
No entanto algumas das pessoas que lá foram referiram ter aparecido um homem no muro do convento a gritar para sairem dali.
Falei por telefone com uma responsável da Fundação Oriente que disse que as 3 capelas também lhes pertencem mas desconhece a existência da ermida (onde está a cache). Disse-me também que o homem seria o guia do convento (que eu saiba era um padre).
Pelo facto de alegadamente o trilho de acesso estar em propriedade privada desactivei a cache.
Acontece que não existe nenhuma indicação no início do trilho (ao lado da capela que está junto à estrada) que se trata de propriedade privada. Daí não sei até que ponto o tal senhor tem legitimidade para mandar as pessoas sairem dali. Apesar da sua aparente agressividade, que me foi relatada não me parece que esteja em risco a integridade física de quem for fazer a cache.
Mas não deixa de ser desagradável ter alguém aos berros, mesmo que a umas dezenas de metros.
Oficialmente o acesso às capelas é permitido, bastando enviar um mail à Fundação Oriente a pedir autorização, mas não seria nada prático e eles iam começar a estranhar ter pedidos semelhantes quase todas as semanas.
No passado dia 7 estive lá de manhã mas não apareceu nenhum homem.
Na minha opinião o local merece claramente uma cache. Tentar arranjar outro acesso é complicado e deixa de fazer sentido.
Como actualmente não me parece que haja um impedimento legal para as pessoas circularem por ali, a questão que se põe é: arquivar a cache ou reactivá-la? Obviamente com o aviso de que os visitantes podem ser incomodados...
No entanto algumas das pessoas que lá foram referiram ter aparecido um homem no muro do convento a gritar para sairem dali.
Falei por telefone com uma responsável da Fundação Oriente que disse que as 3 capelas também lhes pertencem mas desconhece a existência da ermida (onde está a cache). Disse-me também que o homem seria o guia do convento (que eu saiba era um padre).
Pelo facto de alegadamente o trilho de acesso estar em propriedade privada desactivei a cache.
Acontece que não existe nenhuma indicação no início do trilho (ao lado da capela que está junto à estrada) que se trata de propriedade privada. Daí não sei até que ponto o tal senhor tem legitimidade para mandar as pessoas sairem dali. Apesar da sua aparente agressividade, que me foi relatada não me parece que esteja em risco a integridade física de quem for fazer a cache.
Mas não deixa de ser desagradável ter alguém aos berros, mesmo que a umas dezenas de metros.
Oficialmente o acesso às capelas é permitido, bastando enviar um mail à Fundação Oriente a pedir autorização, mas não seria nada prático e eles iam começar a estranhar ter pedidos semelhantes quase todas as semanas.
No passado dia 7 estive lá de manhã mas não apareceu nenhum homem.
Na minha opinião o local merece claramente uma cache. Tentar arranjar outro acesso é complicado e deixa de fazer sentido.
Como actualmente não me parece que haja um impedimento legal para as pessoas circularem por ali, a questão que se põe é: arquivar a cache ou reactivá-la? Obviamente com o aviso de que os visitantes podem ser incomodados...