Eu ainda faço tudo à unha e não quero outro método. Em casa nas calmas vejo a área que pretendo abordar no google earth e depois aponto as caches que pretendo fazer por ordem. Sim, é verdade que dá trabalho, especialmente se estiver a planear um dia inteiro, mas tem várias vantagens que a meu ver não se encontram nas outras alternativas:
- Em caches no mato, longe do alcatrão, MUITAS vezes existem estradas de terra que não se encontram no gps e que nos levam até ao GZ ou lá muito perto. Se eu não tiver estudado a lição em casa, chego lá perto e não sei qual a forma de chegar à cache. Já me aconteceu várias vezes. No google earth temos percepção da maioria das estradas e carreiros (a não ser que sejam muito pequenos ou estejam cobertos por vegetação muito densa) e levando um simples waypoint a tarefa torna-se muito mais fácil. Quem conhece as Arrife, ali na zona de Torres Novas, sabe do que falo: ou se estudou previamente o terreno no google earth, cartas militares, etc, ou então é simplesmente impossível chegar às caches.
- Quando vou cachar, gosto de ter percepção das caches que já fiz, das que me faltam fazer, da distância entre elas, do tempo que ainda tenho livre, se tenho que acelerar o passo ou estou adiantado... Novamente, com a ajuda do Google earth, fico com essa noção (por exemplo se uma cache me vai obrigar a uma caminhada maior e me vai exigir mais tempo).
Chamem-me retrogrado, mas já experimentei outros métodos e nenhum me deu tanta segurança como este
