Sagitario Escreveu:Meus caros, não estou em desacordo com ninguem aqui, o que escrevi e mantenho é que "em Roma, sê Romano", simplesmente isto.
Na Suiça tive dificuldades de tradução, muitas mesmo, mas fiz as caches todas a que me propús e numa delas a minha tradução estava completamente ao contrario, andei a procurar no chão o que estava no Ar, pk? pk errei na tradução.
Mas se eu, Jorge Ferreira, quando estou na Suiça ou noutro Pais qq tenho que cumprir as normas vigentes, pk os Ingleses ou Suiços ou Alemães tem de ser tratados de forma diferente quando cá estão. Não vejo o pk deste tratamento diferenciado.
E não, não estou a privar ninguem de ca cachar, só não gosto é de ser tratado de forma diferente só pk sou Português, nem vou tratar diferente quem cá vem.
E meus caros, se calhar sou eu que estou mesmo errado, mas não sei agradar a estrangeiro só pk sim.
1) Gosto desse "em Roma sê Romano". Portanto, estamos a falar de um jogo baseado nos EUA, desenvolvido por uma empresa dos EUA, practicado com base num website em inglês e alojado em servidores nos EUA. Ainda há dúvidas de qual é a Roma do Geocaching? Sim, sê romano.
2) Quem leia o Sagitário até pode ficar com a ideia que "os estrangeiros" são uma confraria de 5 ou 6 gajos que se reuniram e decidiram em acta devidamente lavrada que há que tramar os portugueses e nada de criar caches que nós possamos compreender. E então pronto, a gente retalia criando caches que "os estrangeiros" não compreendam e fica tudo quite.
3) Portanto, porque um cabeçudo qualquer chamado Johan Bauer lá na Suiça criou 30 caches em alemão apenas, e com ele outros da mesma laia, o próximo Sul-Coreano que vier visitar Portugal e procurar umas caches vai ver como é que é! Agradar aos gajos? Nah... eles que aprendam todos Português, pois claro. Quem não quiser, que se lixe... toca a procurar caches sem hint, sem informação... e aprender sobre os sítios que se visita? A mesma coisa... vão aprender Português malandros, evidentemente.
4) Na Suiça não há normas. Parece é que há anormais a dar com pau. Solução? Multiplicamos os anormais portugueses para estar ao mesmo nível. Boa! Assim, quando os suecos vierem a Portugal, já podem aprender como é ser um imbecil, e voltando à sua terra podem ir a correr modificar as suas caches, para corresponder ao excelente padrão de imbecilidade que por aqui encontraram, que, por sua vez, foi importada da exemplar Suiça. Bravo!! Ah! Tive uma ideia! E que tal o Jorge Ferreira aprender antes com os suecos, ou com os gregos, as "normas vigentes"? E assim, tratar estas gentes mais razoáveis que os outros cabeçudos sem ser "de forma diferente"?